INSATISFAÇÃO DA IMAGEM CORPORAL EM ACADÊMICAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO DE UM CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ-PR

Autores

  • Giovanna Riguette Lonardoni unicv
  • Taís Gomes Salari Unicv
  • Luciana Alves da Silva Unicv
  • Paulo Leonardo Marotti Siciliano Unicv
  • AMANDA CAROLINE TRASSI CONTEÇOTTO Unicv
  • Stéphane Raquel Almeida Velande da Fonseca Unicv

Palavras-chave:

Imagem corporal, Insatisfação corporal, Nutrição, Estudantes

Resumo

A imagem corporal é influenciada por fatores sociais, culturais e emocionais, podendo gerar insatisfação mesmo em indivíduos com perfil antropométrico saudável. Este estudo buscou verificar a prevalência de insatisfação corporal entre acadêmicas de Nutrição de uma universidade particular de Maringá-PR, utilizando o Body Shape Questionnaire (BSQ), a Escala de Silhuetas de Stunkard e dados antropométricos. Participaram 38 alunas, com média de 22 anos, peso de 63,15 kg, estatura de 163 cm e IMC médio de 24,31 kg/m². A Escala de Silhuetas mostrou que 71,06% apresentaram insatisfação com a imagem corporal, principalmente pelo desejo de reduzir a silhueta. Já o BSQ indicou que 73,68% não apresentaram alteração significativa, enquanto 23,68% tiveram insatisfação leve e apenas 2,63% insatisfações grave. Os achados revelam que a insatisfação corporal é frequente entre futuras nutricionistas, mesmo em contextos de eutrofia. Conclui-se que o conhecimento técnico não é suficiente para prevenir a distorção da autoimagem, sendo necessárias ações no ambiente acadêmico que fortaleçam a autoestima e a relação saudável com o corpo, preparando profissionais mais conscientes e empáticas.

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Publicado

2026-08-11

Edição

Seção

Artigos